sábado, 8 de setembro de 2012

Colágeno: o segredo da pele perfeita


De extrema importância para a firmeza e aspecto jovem da pele, essa proteína sofre degradação ao longo dos anos, o que provoca o surgimento das temidas rugas. No entanto, especialista comenta que o auxilio da tecnologia ainda é o método mais eficaz para reverter o quadro.

Não tem como falar de envelhecimento, sem deixar de citar a perda de colágeno. Trata-se de uma proteína encontrada na pele, nas artérias, nas cartilagens e nas articulações que ajuda na elasticidade dos tecidos, mas, quando em falta, provoca o surgimento das rugas, desidratação, perda de viço e brilho na pele e até mesmo diminuição da espessura do fio capilar. Por esta razão, a comunidade médica e científica considera o colágeno um dos carros-chefes para a manutenção de uma pele bonita e rejuvenescida.

Porém, o colágeno, assim como muitas outras substâncias, sofre os efeitos do tempo. O organismo, ao longo dos anos, deixa de produzi-lo, levando à falta desta proteína, não apenas na pele, mas também em tecidos vitais, como as artérias e articulações. O Médico Esteta e Membro da Academia Brasileira de Estética, Dr. Paulo Kogake, também explica que, ao envelhecer, as células perdem a capacidade de produzir novo colágeno, além da sua degradação ao longo dos anos devido ao modo de vida de cada um.

"Conforme envelhecemos produzimos quantidades cada vez maiores de uma enzima chamada "colagenase" que destrói o colágeno em todos os tecidos do corpo humano. Os radicais livres, principalmente pela exposição ao sol sem fotoproteção, é um dos principais fatores para a produção da colagenase", comenta Dr. Kogake.

O Médico ainda comenta que a alimentação é a melhor forma de repor colágeno, seja da soja, do leite ou do feijão. O organismo quebrará estas proteínas para obter os aminoácidos prolina e lisina, responsáveis pela sua produção. Mas, a indústria cosmética, alimentícia e estética oferecem opções para repor ou estimular a produção de colágeno.  Há no mercado cápsulas, balas, vitaminas, sucos, shakes e sopas, além dos cremes com colágeno.

"È importante alertar, entretanto, que o colágeno encontrado nesses produtos são coadjuvantes, ou seja, eles não devem substituir um tratamento mais intenso para produção da proteína, mesmo porque nosso corpo gosta de produzir seu próprio colágeno. Portanto, ainda recomendo os tratamentos na clínica estética com uso de tecnologias modernas que estimulam a produção de colágeno como, por exemplo, o Accent", observa o especialista.  

Já bastante conhecido dentre os médicos, a plataforma Accent ainda é um dos procedimentos mais indicados e procurados nas clínicas pelas mulheres e também pelos homens para estimulo de colágeno, além de tratar flacidez, estrias, celulite e fibrose pós-lipoaspiração. Dr. Kogake comenta que o sucesso do aparelho é em função da sua eficácia. "O aparelho emite ondas de radiofrequência, com o uso de ponteiras especificas, na região a ser tratada. A temperatura emitida, tolerável ao organismo, estimula os fibroblastos, que por sua vez produzem mais colágeno e assim, promovem maior firmeza nos tecidos", diz.  

O Médico ainda lembra que o número de sessões varia de acordo com cada paciente e suas necessidades, porém quatro é bem satisfatório para casos leves e moderados. "O organismo responde a esse estímulo até 21 dias após. Sendo assim, aconselhamos intervalos de três semanas entre cada aplicação", finaliza.

Fonte: Dr. Paulo Kogake - Médico Especialista em Estética. Médico graduado Faculdade de Medicina da Universidade de Taubaté-Taubaté; Especialização em Estética, Radiologia e Bioplastia. Membro da Academia Brasileira de Estética; Membro da Sociedade Brasileira de Laser Cursos de atualização em Ultrassonografia e Tomografia Computadorizada Diretor da Clinica Kogake.


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Fotodepilação


Tudo sobre a fotodepilação

Está a pensar fazer uma fotodepilação? Se a resposta é positiva, então deverá ler com muita atenção o texto que se segue até ao fim.
O problema do crescimento dos pêlos indesejáveis e o desenvolvimento de várias técnicas utilizadas para a sua remoção existem desde a antiguidade. Durante muito tempo, as pessoas usaram apenas técnicas de depilação ditas “normais” para removerem os pêlos indesejados nas diferentes partes do corpo. Todavia, estes métodos resultavam sempre num efeito de curto prazo. Para responder ao desejo de uma depilação mais duradoura, surgiu a fotodepilação, uma tecnologia recente que permite a remoção de folículos capilares usando a luz pulsada, sem danificar a pele.
Saiba como surgiu a fotodepilação, já a seguir.
Como surgiu a fotodepilação – Breve resenha histórica

A remoção de pêlos através da  fotodepilação ainda é uma aplicação recente. Os primeiros ensaios foram feitos com a máquina Q-Switched Rubi laser (690nm), decorria o ano de 1995.
Desde 1995 que uma série de sistemas de depilação definitiva têm sido adaptadas para o processo de fotodepilação com vários graus de sucesso. Atualmente, o Nd: YAG (1064nm) é considerada como o laser preferido para os tratamentos de remoção de pêlos.
Como funciona a fotodepilação

A fotodepilação destrói o folículo piloso (conhecido como pêlo), utilizando flashes de luz controlados. Para que possa entender melhor como funciona a fotodepilação, vamos dar este exemplo:
Quando colocamos um objeto ao sol, ele fica quente, e se esse objeto é preto, fica ainda mais quente, pois absorve uma maior quantidade de energia solar. O mesmo acontece com os pêlos: eles absorve a luz projetada pelo dispositivo. Quanto mais escuros, mais luz absorverão.
Os pêlos grisalhos, brancos, loiros e ruivos são muito resistentes ao tratamento de fotodepilação. A justificação é simples: deve-se à total ausência de pigmentos escuros nestes tipos de pêlos. Quanto maior o contraste entre a pele e o cabelo, melhor o resultado conseguido na remoção dos pêlos.
Este aquecimento dos pêlos é praticamente indolor. A fim de obter os melhores resultados com a fotodepilação, toda a energia de luz enviada pela máquina precisa ser absorvida pelos pêlos, e não pelos tecidos próximos. Esta luz passa através da pele a um grupo de folículos pilosos, onde é absorvida pela melanina (cromóforo escuro do pêlo). A potência utilizada é suficientemente alta para destruir os folículos, mas não para prejudicar a pele à sua volta. A isto chama-se ”absorção seletiva”.
A energia da luz emitida pela máquina é transformada em calor de 70 graus Celsius, com uma duração de 2 milissegundos (ms) no interior da pele. O calor aplicado irá destruir ou desativar o folículo pela coagulação ou solidificação. Apenas os pêlos que se encontram na fase de crescimento ativo (anágena), serão destruídos. Os pêlos que se encontram nas fases catágena (deixaram de crescer) e telógena (entraram em repouso, antes de cairem) não serão afetadas.
Como realizar um tratamento de fotodepilação

A fotodepilação deve ser sempre realizada sobre a pele limpa, a fim de reduzir a sensibilidade e desconforto. O pêlo é cortado até 1 mm acima da superfície da pele, para que os pulsos de luz se concentrem estritamente dentro do folículo.Durante o procedimento é normal que sejam sentidas sensações de ardor, picadas ou, até mesmo, uma dor ligeira. Após o tratamento, a área depilada é novamente resfriada naturalmente . A pele pode também ficar com uma tonalidade avermelhada, que por norma, desaparecerá nas duas horas seguintes. Em casos raros, um distúrbio de pigmentação temporal pode aparecer (a pele pode ficar mais escura ou mais clara, até mesmo, mas raramente, o procedimento pode causar queimaduras de primeiro grau e segundo grau). Dentro de 7 dias o pêlo desaparece. O intervalo entre as sessões depende da área de aplicação, pois, as diferentes áreas do corpo têm diferentes ciclos de crescimento de cabelo. Em média, o intervalo é de 6-8 semanas, a exceção é a área de lábio superior e no queixo, que podem ser tratados por uma nova sessão após 3-5 semanas.



Riscos associados à fotodepilação

O tratamento de fotodepilação, tal como qualquer outro tipo de intervenção deste género, não está isento de riscos. Começamos pelas contra-indicações relativas a este método de remoção de pêlos. Estes podem incluir doenças agudas e crônicas da pele, tumores malignos e benignos, processos inflamatórios ou doenças infecciosas, transtornos mentais, glaucoma, miopia progressiva diabetes alta, varizes, doenças do coração, a gravidez, bem como uma predisposição para formar quelóides.
Se não houver contra-indicações, a ingestão de certos medicamentos que aumentem a fotossensibilidade durante 2-4 semanas antes da sessão de fotodepilação, deve ser interrompida. Caso contrário, a fotodepilação pode causar queimaduras. Convém também lembrar que, o uso da massagem e óleos essenciais durante o tratamento de fotodepilação não é recomendado. Além disso, o procedimento não pode ser realizada sobre a pele bronzeada. Os melhores resultados dos tratamentos de fotodepilação são conseguidos com os cabelos escuros e a pele branca. Nos tratamentos aplicados em peles sensíveis ou demasiado escuras, pode haver queimaduras e cicatrizes.
O problema de queimaduras após a fotodepilação está relacionada com o método utilizado no procedimento. Os aparelhos utilizados na fotodepilação estão equipados com lâmpadas de krypton, que emitem uma ampla gama de comprimentos de onda, incluindo alguns com níveis perigosos para os seres humanos. Para garantir a segurança dos procedimentos, são usados vários filtros, mas, às vezes, as suas propriedades de proteção não são suficientes para impedir a absorção de radiação na pele. É por isso que a pele na área do tratamento é aquecida, o que aumenta o risco de queimaduras na pele. Na ausência de refrigeração da pele, o procedimento de fotodepilação pode ser muito doloroso e causar não apenas queimaduras, mas cicatrizes. Felizmente, quase todos os dispositivos de fotodepilação modernos estão equipados com sistemas de refrigeração adequada da pele, e é por esse motivo que este procedimento só pode ser executado em salões de beleza com o equipamentos modernos e certificados.
Outro risco associado ao processo de fotodepilação tem a ver com a hiperpigmentação das áreas tratadas. Portanto, antes do procedimento, o profissional pode recomendar testes para fotossensibilidade à fotodepilação, especialmente se você tem um tom de pele escuro. Os resultados deste teste ajudam a avaliar a suscetibilidade da pele para hiper ou hipopigmentação. Para evitar hiperpigmentação, após a fotodepilação, você deve evitar a exposição ao sol e sessões de bronzeamento no solário durante 1-2 semanas e, adicionalmente, usar um creme com UVF igual ou superior a 20.
Regra geral, vale a pena realçar que, nos procedimentos de fotodepilação em que se utilizam equipamentos modernos e certificados, e se segurm todas as recomendações pós-procedimento, não exitem quaisquer riscos sérios para a saúde. O problema reside mitas vezes no facto de a maioria dos salões de beleza e spa não possuirem as máquinas mais modernas, por serem muito caras. Um aspecto importante para que o tratamento seja feito com sucesso é o uso adequado dos equipamentos de fotodepilação e a escolha do procedimento adequado, tendo em conta as características individuais de cada cliente.
Conclusão:

Em conclusão, deve ser mencionado que fotodepilação, hoje, é uma das melhores técnicas estéticas de remoção de pêlos indesejáveis e sua redução de crescimento. O efeito de depilação dura até 5-8 anos, especialmente nas áreas de virilha, axilas e pernas.
Caso já tenha experimentado a fotodepilação, queira compartilhar connosco a sua experiência sobre o tratamento. Deixe as suas sugestões e opiniões, sobre os tratamentos de fotodepilação.

fonte:http://www.fotodepilacao.com/


domingo, 2 de setembro de 2012

O sutiã certo para não prejudicar a saúde


  Dr. Fabio Ravaglia
 
A maioria das mulheres define a compra de um sutiã unicamente por questões estéticas, sem nenhuma preocupação com a saúde. Ao escolher um novo, as mulheres em geral procuram por cores, estampas e rendas; ou modelos mais cavados para usar com um vestido decotado; ou com ou sem enchimento no bojo para dar a ideia de mais ou menos volume nos seios.
 
Quando questionadas sobre qual modelo ou tamanho é o seu ideal, não sabem responder ou respondem com certeza mais por gostar de determinado tipo do que por entender se o tal modelo é o correto para deixar o seu corpo realmente elegante. Pesquisas feitas por fabricantes de lingerie mostram que 80% das mulheres usam o sutiã errado em relação aos padrões estéticos que elas próprias cultuam, portanto, deixando de valorizar o que gostariam de ver valorizado. Na área da saúde não sei quantas estão usando o sutiã errado, mas fico pensando que, se a vaidade feminina permite erros de beleza e elegância, quantas mulheres estariam acertando no que se refere à saúde?
  
Em se falando de sutiã, não se pode apenas lembrar da aparência. A escolha deve ser a saudável. Um modelo mais apertado pode causar dores de cabeça, nas costas e trazer consequências como a indigestão. Há casos de escoriações, dores no peito e má postura. As mulheres que sofrem mais são as que estão com sobrepeso. As dores causadas por sutiã podem se tornar crônicas. O uso contínuo de um sutiã inadequado pode acarretar problemas na velhice. Algumas dores mamárias ou abrasões aparecem justamente com o uso de um determinado tipo de sutiã. Mas podem ser resolvidas com a troca por outro. Dramas podem ser evitados com a adoção do sutiã adequado.
 
Sinais de que você está usando o sutiã errado são, por exemplo: perceber que os seios balançam ao andar; a tendência de trazer os ombros para a frente; ou o seio dividido. Há mulheres que chegam a arrancar as alças em favor do conforto, sem imaginar que isto estraga a estrutura da peça e pode sobrecarregar as costas, causando dores musculares. Quem já se viu nestas situações, pode ter certeza que o modelo usado não é adequado. E, neste caso, a mulher está pecando tanto na estética quanto na saúde. A função básica do sutiã é a sustentação dos seios com a finalidade de promover uma mudança estética, mais agradável aos padrões de beleza em voga. Esteja bonita, mas que a saúde prevaleça.
 
O sutiã ideal precisa equilibrar o peso dos seios entre as alças e a faixa presa nas costas, evitando que as costas e os ombros fiquem tensos. A proporção é de que 80% do peso seja sustentado pela cinta que circunda o corpo e apenas 20% do peso seja apoiado nas alças. Esta proporção é importante para que a tensão não cause dores musculares. O sutiã precisa se encaixar corretamente. Não pode subir quando se ergue os braços e nem provocar depressão nos ombros. Reconheço a dificuldade das mulheres em encontrar o sutiã ideal. Nunca vou entender porque em muitas lojas aqui no Brasil não permitem experimentar sutiã. Não vejo como escolher o modelo corretamente se muitas marcas não trazem todas as medidas necessárias em suas etiquetas. Enquanto os fabricantes não melhoram as informações para as consumidoras e os lojistas não descobrem como atender as necessidades das clientes, não é simples acertar na hora da compra. Talvez seja o caso de, ao descobrir o sutiã do tamanho certo, sempre comprar o mesmo modelo, mantendo a marca, porque há diferenças de tamanhos e moldes entre os fabricantes. Isto não é tão simples: nem sempre se acha um idêntico ao velho para comprar e não conheço mulher que queira ficar repetindo peças na hora de se vestir. Na Europa e nos Estados Unidos, as etiquetas trazem os tamanhos do bojo e do diâmetro da circunferência formada por busto e costas. Assim fica mais fácil, escolhe-se apenas o formato do decote e a largura das alças, que devem ser maiores para suportar o peso de seios mais volumosos e ajustáveis no comprimento. Se me é permitido dar uma opinião, a compra de sutiã deveria ser como a de sapato: escolher, experimentar, andar com ele, olhar bem se ficou bom e ter certeza de que é confortável.
 
Além desta questão de mercado, para acertar o modelo que fica melhor as mulheres precisam superar obstáculos quase emocionais. Observe atentamente seu próprio corpo, do jeito que ele é e não da maneira que você gostaria que ele fosse. Digo isto porque independente do número de seu sutiã, há mulheres 42 que dizem ter o seio grande demais e mulheres, com o mesmo porte físico, que acham que usar 42 é pouco. Confira o conforto das alças nos ombros e nas costas e observe se de fato vão formar um V, posição que ajuda a distribuir o peso melhor. São as alças que fazem a distribuição de forças anteroposteriores sobre os ombros em relação às escápulas (omoplatas). Na frente, o centro da peça deve ficar ajustado ao corpo, pois quando forma um espaço muito grande, pode significar que o sutiã é pequeno demais. O bojo deve tocar suavemente os seios, sem apertá-los. Também não pode dividí-los ao meio; ele precisa envolver totalmente o seio. Caso as glândulas mamárias se estendam pelas axilas, melhor escolher um número maior e considerar um modelo com o tecido lateral mais largo e reforçado, de maneira a guardar melhor embaixo dos braços para segurar estas glândulas. O desenvolvimento das glândulas mamárias durante a gravidez exige modelos de sutiãs diferentes, assim como no período de amamentação. As mudanças do corpo precisam ser acompanhadas pela numeração da lingerie. O bojo não deve ficar enrugado, isto é sinal de que você precisa de um número menor.
 
O sutiã deve puxar para trás e não para frente. Com isso, o efeito natural da gravidade é minimizado. Além dos tamanhos corretos, todos os ajustes devem ser feitos com precisão para vestir bem. As alças reguladas e as tiras nas costas ajustadas de maneira que ao levantar os braços, o sutiã não saia da posição exata, logo abaixo do seio. As alças não podem apertar ou cair dos ombros. As alças ficam relativamente paralelas entre si, sobre as partes mais carnudas dos ombros, com tendência a formar a letra V nas costas. A região lombar tem a musculatura mais forte do corpo e melhores condições de suportar o impacto do peso dos seios; e as alças ajudam na distribuição deste peso nos ombros. Se a tensão se concentar no tórax, existe o risco da postura corporal ficar curvada. A inclinação advinda da sobrecarga pode provocar problemas no estômago e fadiga. A postura curvada persistente pode ter como consequência uma cifose, conhecida popularmente como corcundez. A força da gravidade atua quando se está em pé, portanto, seria desnecessário usar o sutiã para dormir. O bom sutiã sustenta os seios para manter a saúde e não apenas para deixar a mulher elegante ou sensual.
 
O uso de sutiã adequado pode vir a prevenir falta de ar, dores nas mamas (principalmente próximo à ovulação), abrasões, dores lombares, dores dorsais, dores cervicais, mal estar geral e dores de cabeça. Um bom sutiã pode inclusive contribuir para corrigir a má postura. O problema das dores nas costas, que ocorre principalmente em mulheres grandes com seios avantajados, provocado pela mudança do ponto de gravidade do tronco, pode ser resolvido ou minimizado com fisioterapia para fortalecimento da musculatura e para corrigir a postura. A cirurgia de redução de seios é um último recurso da medicina para quem não conseguiu bons resultados com as demais terapias.
 
Uma questão que não posso deixar de citar é que há pessoas que afirmam que há uma relação entre o aro do sutiã e o câncer de mama. Dizem que a pressão externa do sutiã contrai os vasos linfáticos e impede a drenagem adequada ao tecido mamário, levando ao acúmulo de líquido no peito. Estas informações constam em livro de Sydney Ross Singer e Soma Grismaijer, o casal norte-americano que se dedica a descobrir as causas de doenças relacionadas com o estilo de vida, que traz que a incidência do câncer de mama entre as mulheres ocidentais, entre as quais o uso de sutiã é indispensável para a maioria (entre 75% e 95%), é dez vezes maior do que entre as orientais, que não usam sutiã. Esta afirmação não leva em conta que para chegar a contrair os vasos linfáticos, a ponto de impedir a drenagem, seria preciso que o sutiã estivesse bastante apertado, causando uma dor insuportável. Também não considera fatores importantes como o estilo de vida, a dieta e a própria genética. Os autores defendem que as mulheres devem se libertar do sutiã. Abraçar a liberdade como fizeram as líderes do movimento feminista nos anos 1960, que protestaram por direitos iguais aos dos homens ocidentais tirando e queimando seus sutiãs em praça pública.
Aproveito para registrar algo mais em relação sutiã com aro. O sutiã com estrutura metálica tem seu uso desaconselhado por acupunturistas, que dizem que as estruturas, mesmo que recobertas por plásticos, cruzam os meridianos corporais e estagnam o fluxo de energia. Segundo a tradição desta alternativa de saúde chinesa, o “chi” é uma suposta energia que permearia todas as coisas. Há técnicas para manipular o “chi” que são realizadas justamente no sentido de equilibar as forças opostas do “yin” e do “yan”. O bloqueio de energias não seria bom para a saúde. Outro detalhe: aros de metais, às vezes, se soltam e causam ferimentos.
 
A elasticidade do sutiã é um fator que agregou conforto aos sutiãs no século passado. Antes, os sutiãs tinham tiras do próprio tecido, cordões ou fitas para serem amarradas. O elástico serve para prender e não deve comprimir o corpo. Aqui é a mesma recomendação para qualquer lingerie: o elástico de sutiãs, calcinhas e cuecas não pode machucar. As costuras também não. Por isso, a indústria desenvolveu novos tecidos e métodos de confecção de lingerie, com tecidos com elasticidade e sem costuras, tornando as peças bem mais confortáveis. Há poucas décadas, a recomendação era usar lingerie com forros de algodão nas partes íntimas. Com as novidades tecnológicas, já é possível confeccionar roupas íntimas com tecidos que não impedem a transpiração e que eliminam a sensação de umidade da pele. Há também os que fazem isto e possibilitam a perspiração. O tecido de algodão é bom para absorver a umidade só que deixa a pele molhada caso não seja tirado rapidamente. Quer dizer que há mais opções, mas é preciso escolher, pen
sando em como manter o bom funcionamento do corpo, o que é importante para a saúde. Lembre-se que o sutiã tem prazo de validade. Se ele perder a capacidade de sustentação por conta de elásticos frouxos, descarte-o. Para aumentar a durabilidade, melhor tomar cuidado ao lavar e guardar, usando sabão ou detergente que não causem alergia. Os bojos com enchimentos amassados ou dobrados costumam estragar.
 
Um capítulo à parte é o sutiã esportivo. Corredoras, principalmente, buscam modelos que evitem que os seios balancem demais durante a prática esportiva. Existe modelos projetados especialmente para sustentar os seios durante os exercícios físicos de alto impacto. Acontece que o seio se movimenta para cima, para baixo e para as laterais, e os sutiãs convencionais tentam diminuir somente os movimentos verticais. Modelos esportivos estão buscando reduzir os horizontais também. São fabricados para proporcionar mais conforto à atleta e para um ajuste perfeito. Confeccionados em tecidos que absorvem a umidade, têm outras propriedades para oferecer conforto: são sem costuras, com bordas laminadas ou costuras cobertas para evitar o atrito com a pele.
 
Frequentemente ouço a pergunta: doutor, devo ou não usar sutiã? Tenho um palpite. No Ocidente, acredito que seja, no mínimo estranho, uma mulher que não use frequentemente o sutiã. É uma questão cultural mesmo. Na Antiguidade, gregos e romanos dos dois sexos usavam faixas ou bandagens para diminuir o tamanho dos seios. Na Paris do século XIX, as francesas ficaram famosas mostrando suas lingeries rendadas, que despontavam nos decotes dos vestidos e valorizavam os seios. No século seguinte, as mulheres ocidentais adotaram de vez o sutiã para compor o vestuário. Em 1904, é registrado na França o “soutien-gorge”, o modelo moderno que é usado ainda hoje. Moderno? Não sei. Recentemente, foi encontrada na Áustria uma peça costurada em linho, datada do século XV, parecida com os sutiãs de hoje. A meu ver, estes registros históricos surgem para consolidar a minha ideia de que o uso de sutiã está arraigado na cultura de diversos povos do planeta. Os sutiãs integram a cultura do vestuário há muito tempo e, atualmente, p
or conta de uma maior liberdade sexual, passaram também a ser um acessório que representa a feminilidade e a sensualidade da mulher. Dificilmente as mulheres abandonarão o hábito de usá-lo. Daí também não precisam exagerar. Outro dia vi modelos de sutiãs para meninas de seis anos. Realmente, crianças não têm os seios desenvolvidos, portanto, não precisam usar sutiã.
 
Especialistas em moda costumam recomendar o bom senso ao se vestir. Médicos também recomendam o bom senso para manter a saúde. E não é só na questão das roupas íntimas. Usar calças jeans ou cintos muito apertados pode causar dormência, isto porque comprimem nervos importantes, o que pode ocasionar uma meralgia parestésica. Sem contar que o aperto pode interferir na digestão, provocar dores lombares e infecções fúngicas. Acessórios muito pesados também. A meralgia parestésica é comum em bailarinas, que usam tutus firmemente presos à cintura, ou em militares, que carregam as armas no cinturão. Em homens, gravata e colarinho de camisa podem ser o motivo de dores de cabeça, formigamento nas orelhas e visão embaçada. Cueca apertada, então, dizem que pode inclusive reduzir a produção de espermatozoides.
 
Fabio Ferraz do Amaral Ravaglia (CRM-SP 54.294 e RQE 11.990/89)

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=88472:-o-sutia-certo-para-nao-prejudicar-a-saude-&catid=47:cat-saude&Itemid=328



sábado, 1 de setembro de 2012

Cascavel: Curso de Estética desenvolve projeto para gestantes


‘Drenagem linfática em gestantes normais e melhora da qualidade de vida num momento especial’ é tema de mais um projeto do curso de Tecnologia em Estética e Cosmética da Universidade Paranaense - Unipar. As futuras mamães têm atendimento especial, realizado todas as quintas-feiras, no período da manhã. As vagas são limitadas.

A supervisora do estágio, professora Maria Cecília Bruning, destaca que o objetivo é utilizar recursos da estética para auxiliar a gestante a viver esta fase com mais saúde e beleza e, enquanto acadêmico, o projeto visa possibilitar um laboratório prático de drenagem linfática manual, desenvolvendo a visão crítica, reflexiva, ética e humana.

O procedimento também proporciona à gestante qualidade de vida e bem-estar, além de aliviar tensões musculares, diminuir edemas, auxiliar na melhora da constipação intestinal, prevenir lesões de pele (estrias) durante a gestação, dar disposição para as atividades diárias e orientar quanto aos cuidados que podem ser realizados nesse período.

O atendimento é realizado em cabine individual, com horário marcado. Inscrições ou informações podem ser obtidas no Centro de Estética ou pelo telefone (45) 3321-1300, ramal 2161 ou 2162.

Fonte: http://www.unipar.br/noticias/2012/08/30/cascavel-curso-de-estetica-desenvolve-projeto-para-gestantes/



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Estria pode ser eliminada em três meses com laser nacional



Novidade age contra os riscos brancos e vermelhos em todas as partes do corpo
Foto: Shutterstock
Agência Hélice
Especial para o Terra

Um laser produzido com tecnologia 100% nacional é a nova arma contra as marcas vermelhas e brancas decorrentes da estria. O equipamento com alta concentração de energia, a partir da produção de colágeno, elimina as estrias e evita sua reincidência, a partir do terceiro mês de tratamento.

Chamado de Recover, o laser produzido pela MM Optics - empresa de São Carlos, interior de São Paulo - emite ondas geradas por diodos emissores de luz que agem profundamente no tecido cutâneo. Assim, estimula a diminuição do fluxo sanguíneo dentro da estria, sem causar danos à pele. Por conta desse processo biológico, o produto promete resultados positivos no combate ao problema em qualquer parte do corpo, principalmente nas coxas, glúteos ou seios. 

Comparado a outros métodos com laser encontrados no mercado, a novidade brasileira consegue impedir a volta das estrias, pois atua na formação de novas fibras de colágeno e elastina - quebradas com o surgimento das linhas na pele -, regenerando a cútis. “Por ter uma concentração maior de energia, o laser consegue chegar até as camadas mais profundas, e além de diminuir as marcas, também acaba com a reincidência delas”, explica Anderson Luis Zanchin, engenheiro do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da fabricante do Recover.

Tratamento

O desaparecimento das estrias é observado após três meses do início do tratamento, por conta do tempo necessário para restabelecer a produção de novas fibras de sustentação e elasticidade da pele. “Ele acelera a regeneração tecidual e ajuda na cicatrização do tecido que perdeu as fibras, devolvendo à mulher uma pele bonita e saudável”, afirma Cecília do Amparo, esteticista da Cecília Estética, de Araras (São Paulo).

Apesar de todos os benefícios, a técnica, quando usada sozinha, tem eficácia apenas contra as estrias vermelhas. Para eliminar as brancas, é preciso associar outros tratamentos estéticos.

Fonte: http://beleza.terra.com.br/sua-pele/novidades/estria-pode-ser-eliminada-em-tres-meses-com-laser-nacional,54d2cecb01f69310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

Estética Também é Saúde !


Muitas pessoas ainda acham que a estética não passa de beleza, mas estão erradas. Estética também é saúde. Desde cedo no colégio, aprendemos que a pele é o maior órgão do corpo humano, sendo assim, ela também necessita de cuidados especiais, sejam eles cuidados básicos como o uso de filtro solar e a ingestão de água, ou tratamentos estéticos, como massagens. O uso de filtro solar é indispensável em qualquer lugar e época do ano, faça chuva ou faça sol. A proteção contra os raios UV é fundamental, pois previne o foto envelhecimento e a doenças de pele como o câncer. Grande parte da população usa o filtro somente no verão, quando nos expomos mais ao sol, mas é no inverno que o perigo é maior, pois não sentimos a pele "esquentar" tanto quanto sentimos no verão, e acham que por isso não precisam da proteção, mas estão errados! O fato de estar frio, não significa que os raios UV não nos atingem, por isso é sempre bom estar com o filtro à mão.

Como disse Pedro Bial: "Nunca deixem de usar o filtro solar Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro seria esta: usem o filtro solar! Os benefícios em longo prazo do uso de filtro solar estão provados E comprovados pela ciência" A hidratação também é fundamental em qualquer época do ano, não só com hidratantes específicos, mas principalmente com água. 60 a 80% do nosso organismo é composto por água. Sem água, nem o melhor hidratante de todos vai melhorar a pele. E não é bom só para a pele estar sempre bebendo água, mas para todo o organismo! O indicado é que devemos beber no mínimo 2litros de água por dia. Bebendo água na hora certa, maximiza o seu benefício ao organismo: 1 copo d'água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos interno; 1 copo d'água 30 minutos antes de uma refeição ajuda a digestão; 1 copo d'água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea; 1 copo d'água antes de ir para a cama evita um derrame cerebral ou ataque do coração. 

As massagens, sejam elas estéticas ou terapêuticas, trazem vários benefícios para o organismo. Alguns deles são: Ajuda a diminuir e/ou controlar o stress; Alivia tensões e rigidez musculares; Promove uma recuperação mais rápida de estiramentos musculares e de ligamentos, bem como, aumenta a flexibilidade e curso de movimentos e de articulações; Reduz espasmo muscular; Melhora a circulação sanguínea e o movimento dos fluidos linfáticos; Reduz a pressão arterial; Ajuda no alívio de dores de cabeça; Melhora o estado e a nutrição da pele; Corrige a postura; Fortalece o sistema imunológico; Adquire maior concentração e desperta a criatividade. 

Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/estetica/artigos/16026/estetica-tambem-e-saude

Barba: questão de estética e beleza


Muitos homens gostam de deixar aquela barba crescer e fazer dela um artigo indispensável a sua beleza, portanto, cuide bem dela e, quem tiver aquela barbixa falhada, trate logo de tirar e andar de cara lisinha, afinal, não cai bem em você.

Pois bem, homens que tem a barba bem fechada e bonita sabem que ela foi feita para ser usada de várias formas e estilos e, se for do agrado, ajudará a conquistar algumas mulheres que gostam do adereço nos rostos masculinos.

Há muitos anos a barba vem sendo um item de discussão entre os que gostam e os que odeiam. Alguns homens gostam, cuidam, fazem estilos diferentes e usam para impressionar; outros a desprezam e preferem andar com a cara limpa. Com relação às mulheres a questão é se gostam ou não, ou seja, ainda é discutível se preferem os barbudos ou os lisinhos, se a barba arranha e é desconfortável ou não incomoda, enfim, tem público feminino para todos.

Muitos homens sentem orgulho de sair por ai desfilando com seu cavanhaque, e deveriam sentir mesmo, segundo pesquisas, as mulheres estão cada vez se sentindo mais atraídas por homens que aderem ao cavanhaque.

Mas, puxando para a matéria, o uso da barba deve obedecer ao estilo individual de cada homem e deve ser cuidada. observem a galeria de fotos e decida qual fica melhor em você. Temos vários modelos que podem realçar bem no seu rosto. Aproveitem e boa sorte.


Fonte: http://minutosaude.com.br/index.php/noticia/2012/08/25/barba-questao-de-estetica-e-beleza